Artistas

Fotografía de Abe Rábade

PROGRAMA

“Muiñeira de Pontesampaio” (melodia tradicional da Galiza)
“Ramalho” (melodia tradional do Douro Litoral)

MINHO
“Maria” (poema de Eduarda Freitas)
“Coro das maçadeiras” (melodia tradicional da Póvoa de Lanhoso)
“Vira” (melodia tradicional de Ponte de Lima)

DOURO
“Dois corações” (poema de Eduarda Freitas)
“Cava da vinha” (melodia tradicional)
“Fui ao Doiro às vindimas” (melodia tradicional)
“Chula Rabela” (melodia tradicional de Barqueiros)

TERRAS DE MIRANDA
“Menina de olhos perdidos” (poema de Eduarda Freitas)
“Ofícios de aprender” (melodia tradicional de Miranda do Douro)
“Olha o velho” (melodia tradicional de Rio de Onor)
“Agora vou-me deitar” (melodia tradicional de Rio de Onor)
“Redondo” (melodia tradicional de Miranda do Douro)

Quarteto Contratempus

  • Teatro Municipal de Tui
  • quarta-feira, 02 outubro 2020
  • PT 20:00h
  • 5€

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Variações a partir de um coração

Fernando Lapa, composição
Teresa Nunes, Soprano
Crispim Luz, clarinete
Susana Lima, violoncelo
Brenda Vidal Hermida, piano
Eduarda Freitas, texto
Catarina Costa e Silva, encenadora
Mariana Figueroa, design de luz
Tatiana Rocha, producção

Música e encenação andam de mãos dadas com este espectáculo de enorme singularidade estética que tem como premissa a recriação e reinvenção do repertório da música tradicional portuguesa, da Galiza ao Alto Douro, Douro Litoral e Trás-os-Montes, passando por Miranda do Douro. Canções e textos originais e contemporâneos somam-se a este conhecido repertório.

BIO

O Quarteto Contratempus foi fundado em 2008 por Brenda Vidal, Crispim Luz, Susana Lima e Teresa Nunes, apresentando-se como um ensemble formado por soprano, clarinete, violoncelo e piano, dedicado à interpretação e divulgação da música contemporânea, e à criação de Ópera Multimédia Contemporânea.

A formação pouco comum do quarteto, representa a voz, os sopros, as cordas e a grande orquestra, apresentando assim a possibilidade de um amplo jogo de cores disponibilizado pelos timbres contrastantes dos instrumentos e tornando assim esta formação especial.

O Quarteto Contratempus foi distinguido com o 3º Prémio Nacional de Indústrias Criativas 2018 (promovido pelo Grupo Super Bock / Serralves), bem como com o Prémio BfK (promovido pela Agência de Inovação) pelo seu trabalho de criação no domínio da Ópera de Câmara Multimédia. Em 2019, Sergio de A passa a colaborar com o quarteto na ópera Simplex, integrando a formação de base como pianista.

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